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Soldadinho
de Chumbo, em guerras de papelão Soldadinho moribundo, de espingarda na mão
Sou a bailarina do meu, boneco muito amado Sou a sua bonequinha, que dança pró seu soldado Olhos tenho só pra ele, ninguém mais preenche a minha vida Meu coração é só dele, e demonstro nesta cantiga… (e só quero o meu…) Soldadinho
de Chumbo, em guerras de papelão Soldadinho moribundo, de espingarda na mão São muitos os perigos que o esperam, quando luta o meu soldado Combater o inimigo, balas passam-lhe ao lado Quando ele de lá vem, são muitos os perigos que o esperam E não o largo mais sem, ser a hora que o chamam… (por favor não vás já…) Soldadinho
de Chumbo, em guerras de papelão Soldadinho
moribundo, de espingarda na mão
Recebi
uma carta escrita…
Que o meu soldadinho morreu… Que hei-de eu fazer à minha vida… Sem ele, para quê vivo mais eu?!?!… (e quero ir para ao pé do meu…) Soldadinho de Chumbo, em guerras de papelão Soldadinho moribundo, de espingarda na mão Soldadinho
de Chumbo, em guerras de papelão Soldadinho moribundo, de espingarda na mão
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